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DESIGN E OUTROS DESVARIOS

THERE ARE 360º, SO WHY STICK TO ONE? - ZAHA HADID

DESIGN E OUTROS DESVARIOS

THERE ARE 360º, SO WHY STICK TO ONE? - ZAHA HADID

05
Out18

Espaço e limites, um desvario num metro cúbico

Eliasson1m2_02.jpg

 

O que cabe em um metro cúbico? E quantos metros cúbicos temos, cada um de nós? 

 

Como seres humanos a viver em sociedade, temos o nosso espaço, os nossos valores, os nossos modos de interação, e os nossos limites. Os limites não são rígidos: variam em função da pessoa com quem interagimos, sendo que há sempre - ainda com aquela pessoa tão especial para nós - limites intransponíveis. São aqueles que garantem a integridade da nossa personalidade. Até que ponto ceder, e até que ponto manter a nossa posição...qual será a escala de consequências em cada situação?

 

 

 

21
Out16

ESAD

ESAD.jpg

 

 

Licenciatura "das antigas" concluída, seis anos de experiência no mundo laboral em Espanha já feitos, resolvi regressar à escola.

A decisão não foi imediata nem foi compreendida por todos. É muito giro ter tido contacto com o mundo do Design de Interiores, é uma área relacionada com a Arquitetura mas...gastar tempo e dinheiro para fazer um Mestrado? Quando agora todos saem com Mestrado a estudar o mesmo número de anos que eu tive para concluir "apenas" a licenciatura? Abdicar até de alguma oportunidade laboral para parar e estudar? Não foi compreendida, não. 

 

 

 

 

 

 

13
Out16

Luz e jóias

O que tem a ver o desenho de uma lâmpada - fonte de luz - com um designer de jóias? Segundo Nicolas Roope, um dos fundadores da empresa Plumen

 

"Joalharia é animação. Joalheiros lidam com luz, usam materiais metálicos altamente refletivos com uma sensibilidade diferenciada da luz; eles são basicamente designers de iluminação"

 

plumen.jpg

 

 

 

02
Mai16

Slash por Dragos Motica

Quando se junta design, luz e personalização num único produto, o resultado dificilmente decepciona.

 

O candeeiro Slash é uma suspensão composta por cortiça, uma malha de aço estrutural e com betão e uma lâmpada LED. A estrutura de suspensão e cabo eletrificado é revestida por corda.

 

Na embalagem, vem uma pedra para que cada um possa personalizar o seu próprio candeeiro...partindo-o!

 

slash_01.jpg

 

 

19
Jan16

Cerith Wyn Evans

Cerith Wyn Evans.png

 

Já não é a primeira vez que falo de light art aqui no blog. É um gosto recente na minha vida, fruto do mestrado sobre Design de Iluminação, e do rumo que a Dissertação acabou por levar. Mas é um gosto cada vez mais interessante para mim! Aliás, a arte contemporânea em geral é um interesse recente à qual lhe reconheço cada vez mais sentido e potencialidade de enriquecimento do meu próprio trabalho. E por isso estou sempre à procura de novidades, do que por aí vem e do que veio recentemente.

 

Confesso que comecei a escrever um post sobre uma exposição de light art. E depois fui investigar, para não vir para aqui dizer: olhem para isto que é muito bonito, tem luz e está pendurado do teto! Mesmo debaixo de um tom mais descontraído que pretendo para este blog, onde vou partilhando os meus interesses e alguns episódios da minha vida, quero aportar algo interessante sobre o tema em questão. Tento, pelo menos! E bom, nesta minha investigação (que agora já ganhei ritmo pra coisa), vim a descobrir o artista, e outras obras suas...e achei muito interessante! Pelo que decidi mostrar não uma instalação, mas alguns dos seus trabalhos que mais me chamaram a atenção.

 

Cerith Wyn Evans

 

Cerith Wyn Evans é um artista britânico, que passou pela St Martin's School of Arts e pelo Royal College of Arts antes de dar aulas na Architectural Association. Começou a carreira no cinema, como colaborador do cineasta Derek Jarman. Nos anos 90 mudou o rumo da sua carreira e foi, cada vez mais, dedicando-se à criação de instalações e esculturas.

 

CerithWynEvans.jpg

 

A exposição que serviu de arranque para este post já terminou, realizou-se no final do ano passado, até meados de Novembro. De qualquer forma eu não teria tido oportunidade de a ir ver, mas não deixo de sentir uma certa pena. Tenho de me contentar com as imagens, mas a experiência fica muito mais limitada: limitada ao ponto de vista do fotógrafo, limitada à experiência visual "congelada" no momento do disparo da foto. Não se pode circular livremente em volta das estruturas, não se pode ouvir os sons nem sentir a temperatura. No entanto: assim já é qualquer coisa, não é verdade?

 

Cerith Wyn Evans

 

CerithWynEvans.jpEstas esculturas suspensas, de tubos de néon, representam os movimentos do teatro japonês Noh

 

Os trabalhos recentes deste artista focam-se nos conceitos de fluxos de energia, e pretendem "questionar as nossas noções de realidade e cognição, perceção e subjetividade". 

 

CerithWynEvans.jpg

 

Cerith-Wyn-Evans.jpg

 

Cerith Wyn Evans Things are conspicuous in their a

 

E porque não, por vezes, apenas contemplar?

 

E deixar-se levar, sem julgamentos, pela experiência...

 

 

 Imagens aquiaqui e aqui

 

 

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