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Design e outros Desvarios

Your Rainbow Panorama

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Sexta-feira 13. Para uns, dia de sorte, para outros de azar. Para os espanhóis, nem um nem outro: o pior dia é a terça-feira 13! Eu nunca tive superstição com este dia até que, há poucos anos atrás, depois de um dia de trabalho que tinha sido particularmente exigente, entro no carro e oiço na rádio "O dia hoje não correu assim tão bem? É normal: hoje é sexta-feira 13!" 

 

De qualquer modo, o "dia do azar" é retratado por muitos como um dia negro, ou sombrio. E usando esta data como mote, venho aqui contradizer todas essas conotações com um projeto bastante colorido!

 

 

 

Primeiras impressões

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Fachada. O limite entre interior e exterior. Público e privado? A primeira imagem do edifício. O rosto.

 

Há quem defenda que a fachada deve refletir o interior, que a totalidade do edifício deve ser coerente no seu conjunto, deve revelar estrutura, composição. Há quem aborde a questão da fachada de um modo mais livre, uma pele que pode ser autónoma, descolada dos espaços interiores, eventualmente criadora, também ela, de espaços. 

 

Neste trabalho do artista francês Zacharie Gaudrillot-Roy, a fachada foi destacada do resto do edifício, e o resultado foi um conjunto de imagens que conseguem, por si só, levantar um conjunto de questões. O que é uma fachada sem o resto do seu corpo? Aonde entramos quando passamos pela porta? A que me veio à cabeça em primeiro lugar: o que é a aparência se não houver conteúdo?

 

 

 

Anna Karlin

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Descobri há pouco o trabalho de Anna Karlin. Ela é uma mulher fascinante! É daquelas pessoas que tem uma espécie de toque de Midas. O seu estúdio, em Nova Iorque, trabalha nas mais diversas áreas, desde design de mobiliário, de iluminação, interiores, direção artística, design gráfico...é a verdadeira mulher dos sete ofícios e muito talentosa! Aqui neste post deixo, e porque o design de peças de iluminação tem tudo a ver comigo, uma das suas últimas coleções. 

 

Espero que gostem tanto como eu!

 

 

 

Tape

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Eu tive um hamster chamado Tadao Ando. E chamava-se assim simplesmente porque o arquiteto Tadao Ando tinha um cão de nome Corbusier. Enfim, coisas de arquitetos. Ora, o meu hamster, apesar de ser tão pequenino que passava por entre as grades, tinha - apenas para dormir e pouco mais, que ele gostava muito de passear - uma casinha muito bonita, com mezzanine e pé-direito duplo, e uma série de tubos coloridos que lhe permitiam sair da casa num certo ponto e entrar pelo lado oposto. Sempre tive vontade de andar num sistema de tubos assim.