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DESIGN E OUTROS DESVARIOS

THERE ARE 360º, SO WHY STICK TO ONE? - ZAHA HADID

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10
Out18

Dicas práticas de arrumação, para espaços que nos fazem felizes

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Já havia mencionado neste post que recentemente, com a mudança para um pequeno apartamento, vi a oportunidade de fazer um detox de objetos na minha vida. Vulgo "destralhar"! E abraçar com mais dedicação a filosofia de vida minimalista. O minimalismo não significa o despojar-se de todos os bens materiais e viver uma vida de austera escassez. Bem mais pelo contrário. Consiste em ter total controlo das nossas posses, optar pelo "pouco mas bom" e o rodear-se de objetos que fazem todo o sentido com o nosso modo de vida. Desta forma, temos mais tempo para viver aquilo que realmente importa, com quem realmente importa (que não são "coisas").

Em suma: qualidade de vida!

 

 

Assim, nestas férias de verão, comprei finalmente dois livros da famosa coach Marie Kondo. Desta leitura resultou um entorno (em casa e no gabinete) mais fresco e despojado. Bem sei que tenho a sorte de ter ainda a casa dos meus pais à disposição, e de não ter filhos (esse é um argumento frequentemente usado). No entanto, e como não vejo esta filosofia como algo rígido que apenas se satisfaz com a perfeição, mas sim como dicas úteis adaptáveis ás circunstâncias de cada um, deixo aqui alguns tópicos sobre este método:

 

Ponto zero:

todo este processo se baseia em dois atos (descartar e arrumar)

 

Primeiro ponto:

devemos descartar apenas aquilo que é nosso...

...por muito que apeteça descartar metade das tralhas que consideramos inúteis dos nossos companheiros de casa.

 

Segundo ponto:

visualizar o nosso estilo de vida ideal

Este processo apenas fará sentido se com ele nos aproximarmos, passo a passo, da vida que queremos viver. Porque é muito difícil começar a deitar metade da casa pela janela! Ora porque há um apego emocional aquele objeto, ora porque pensamos que nos pode vir a fazer falta no futuro. O truque é pensar em como queremos viver a nossa vida, como nos queremos sentir a chegar a casa, como queremos passar o nosso tempo e com quem. A partir daí, tem de haver um compromisso para apenas nos rodearmos de objetos que estejam alinhados com esse estilo de vida que procuramos.

 

Terceiro ponto:

não começar a arrumar antes de haver descartado tudo

Atribuir lugar para objetos que serão descartados é duplicar o tempo, e inviabiliza o quarto ponto.

 

Quarto ponto:

descartar por categoria e não por divisão

A base da suposta desarrumação, ou acumulação, é o facto de possuirmos objetos repetidos em divisões repetidas! Por isso, o ideal é descartar - ou, dito por outras palavras, manter aquilo que queremos - por categoria.

 

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Quinto ponto: 

organizar as categorias por ordem inversa ao apego emocional 

Se começamos pelas recordações de família, não passamos desse ponto em tempo útil! Assim, a ordem sugerida pela autora é: roupas, livros, papéis, komono (misto), e objetos de valor sentimental. Eu pessoalmente comecei pelas roupas por categorias: partes de cima, de baixo, casacos, etc. Ainda só me dediquei ás roupas de verão, passarei em breve para as de inverno (como disse, não vejo este método como rígido, vou adaptando ao meu ritmo). A questão dos livros é variável, que para algumas pessoas, livros são objetos com grande valor sentimental. Os papéis são toda a documentação, recibos, garantias, etc. que devem ser guardados num só local. Tudo o que entra na categoria komono são os pequenos objetos, desde decorativos até aos produtos de beleza. Por fim, as recordações! Neste ponto há-que pensar que temos de estar rodeados de objetos que nos tragam felicidade e boas memórias apenas, mas que objetos não substituem o que de verdade importa.

 

Por fim:

organizar tudo o que sobrou!

E no livro Spark Joy há grandes dicas de como otimizar este ponto. 

A parte boa é que, uma vez tudo organizado, arrumar é super fácil, porque já há um lugar atribuído a cada objeto! Desse modo, sobra tempo para desfrutar da vida, de um modo calmo e bastante mais organizado.

 

 

 :)

 

 

 

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