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Design e outros Desvarios

Uma casa do Séc. XIX

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Hoje trago aqui para este espaço a renovação de uma casa pátio do Século XIX em Melbourne. O edifício tem pormenores muito interessantes, mas confesso que o que mais me chamou a atenção foi a combinação de cores e texturas...e o candeeiro Atollo, uma peça desenhada em 1977 por Vico Magistretti (na primeira imagem): a nível de design, é umas das minhas peças favoritas. 

 

 

 

Héroine

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Já desde os tempos da minha licenciatura, Roterdão era uma das cidades europeias no topo das preferências de visita. Pela sua arquitetura. Pela abordagem ao espaço público. Pela arte urbana. Ironicamente, ainda não fui. Mas haverá de chegar o dia! Até porque este novo espaço, tão recentemente lá aberto, reforça a ideia que tenho daquela cidade...é cool.

 

 

 

Your Rainbow Panorama

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Sexta-feira 13. Para uns, dia de sorte, para outros de azar. Para os espanhóis, nem um nem outro: o pior dia é a terça-feira 13! Eu nunca tive superstição com este dia até que, há poucos anos atrás, depois de um dia de trabalho que tinha sido particularmente exigente, entro no carro e oiço na rádio "O dia hoje não correu assim tão bem? É normal: hoje é sexta-feira 13!" 

 

De qualquer modo, o "dia do azar" é retratado por muitos como um dia negro, ou sombrio. E usando esta data como mote, venho aqui contradizer todas essas conotações com um projeto bastante colorido!

 

 

 

The Countryard House

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Se há algo de que nós, arquitetos, gostamos, é de um bom desafio! Quando o desenvolvimento de um determinado projeto exige de nós o ultrapassar de uma série de condicionantes - sejam elas técnicas, formais ou conceptuais -, com vista ao desenvolvimento da solução mais correta e bem desenvolvida sob os vários aspetos de avaliação de um edifício, há como que uma pequena faísca interior. Porque são essas condicionantes que, com frequência, permitem a criação das soluções mais inovadoras, são essas condicionantes que nos obrigam a uma imersão no desenho. Esses desafios, inevitavelmente, vivem dentro de nós, e acompanham-nos muito para lá das quatro paredes do gabinete e do horário laboral. Não é por acaso que se veem tantos arquitetos sempre com o seu caderninho. É que - e agora falo por mim - quando se gosta tanto do que se faz, dissolvem-se as fronteiras entre tempo pessoal e tempo profissional. É mesmo um estilo de vida! E tem a recompensa fabulosa de ver o brilho no olhar dos nossos clientes quando lhes resolvemos os problemas. 

 

Eu não sei se os arquitetos De Rosee SA pensam como eu (já me disseram que tenho de ser mais racional e menos emocional), mas certamente terão tido uma boa sensação quando conseguiram transformar este espaço, um antigo e pequeno armazém industrial (sem possibilidade de abrir janelas nos alçados laterais, nem aumentar a cota de cumieira), numa linda, luminosa, minimalista e moderna habitação de dois quartos.